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terça-feira, 8 de abril de 2025

Suassuna (Poema)

 Por James Davidson


Suassuna, Rio de águas cristalinas
Corre pro Jaboatão, desce da Macambira
Seu nome de memórias ancestrais
Presença judaica, origem indígena.



Suassuna, de remota colonização
Nome de antigo engenho, depois Usina
Enche as Várzea de canaviais
Verdes Matas, altas colinas!


Suassuna, dos tempos dos holandeses
De velhas batalhas, novos interesses
Sempre presente na história pernambucana
Desde os Guararapes até o presente!



Suassuna, de famílias tradicionais
Dos Albuquerque, Cavalcanti
Dos Correias, dos Soares
Dos Brasões senhoriais.


Berço dos Suassuna, raiz do Jaboatão
Da coragem pernambucana
Do heroísmo, independência
Da Magna Revolução!


Suassuna e seu velho "sobrado"
Belo e rico patrimônio
Que jazem em ruínas
Mesmo sendo bem tombado


Sua velha casa-grande
Que resistem na história
Seus fantasmas e escadas
Sobrevivem na memória!

(James Davidson - In memorian de Alexandre Roseno)





sábado, 14 de novembro de 2020

História do Engenho Suassuna

 Por James Davidson


No último dia 31 de outubro tive a oportunidade de voltar à sede do antigo Engenho Suassuna, Usina Jaboatão, rever o estado da primitiva Casa-grande. Acompanhado de César Ramos, Marcelo Vieira, Isaac Luz, Marvim Gabriel e Lucas Ferreira. Na ocasião tive a oportunidade de gravar espontaneamente um vídeo sobre a história do Engenho Suassuna. Apesar dos lapsos de memória (estava com fome) segue abaixo para a apreciação do seguidor dessa página:




terça-feira, 4 de setembro de 2018

Muribeca perde parte de seu Patrimônio

Por James Davidson

Segue abaixo imagens da descaracterização da Arquitetura Original do Povoado de Muribeca dos Guararapes. Infelizmente, por falta de conhecimento ou por outras questões, as casas antigas vem sendo demolidas, fazendo com que a localidade perca seu valioso Patrimônio Histórico. Ajuda nesse processo a omissão dos poderes públicos competentes, tanto a nível estadual como a nível municipal, em intervir, orientar e auxiliar a população de Muribeca a manter sua História. Fica aí o registro de uma das casas mais antigas da localidade, demolida há alguns anos atrás, onde no passado funcionou a delegacia de Muribeca. Segue abaixo:








sábado, 10 de junho de 2017

Ruínas do Livramento da Muribeca

Por James Davidson


O Povoado de Muribeca é um verdadeiro celeiro da História de Jaboatão, com seus prédios históricos e casarios. Suas igrejas, engenhos e casarios ajudam a contar a história de Jaboatão e de Pernambuco. E um destes patrimônios existentes no lugar são as ruínas da Igreja dos Homens Pardos de Muribeca.


As ruínas da Igreja do Livramento dos Homens Pardos ficam localizadas na Rua do Rosário, defronte a um posto de saúde, próximo às Ruínas do Rosário dos Homens Pretos. Restam apenas uma única parede com seteiras, com alvenaria mista de pedras e tijolos, que chama a atenção na localidade.


A história do templo é porém muito antiga. Remonta ainda ao período colonial. A primeira referência vem do período holandês, quando a igreja era devotada a São Gonçalo. Posteriormente, no século XVIII, passou a ser identificada como devotada a N.S do Livramento, padroeira dos Homens Pardos.


As irmandades dos homens Pardos eram agremiações religiosas muito comuns na sociedade colonial. Eram compostas por homens livres, mestiços, que não pertenciam nem à elite branca nem ao grupo dos escravos e negros alforriados. Essas agremiações tinham o intuito de unir laços para ajuda mútua e realização de celebrações religiosas.


Quanto à Irmandade de Muribeca, não se conhecem registros sobre sua existência e funcionamento. Também são desconhecidas as causas do arruinamento e destruição do templo. Segunda uma planta de 1877,  a igreja ainda estava inteira e possuía orientação diagonal em relação à rua. No início do século XX, porém, já se encontrava em ruínas, segundo informações dos moradores mais antigos.


No ano de 1954, em virtude das comemorações do 300° da Restauração Pernambucana - saída dos holandeses de Pernambuco - foi alocado no templo uma placa comemorativa, tendo em vista a importância de Muribeca no desenrolar do conflito entre portugueses e holandeses. Atualmente, as ruínas fazem parte do Conjunto Tombado da Povoação de Muribeca dos Guararapes.


quarta-feira, 24 de maio de 2017

A Antiga Prefeitura de Jaboatão

Por James Davidson


O município do Jaboatão foi criado em 24 de maio de 1873, por força da leu provincial n° 1093 de 24/05/1873. Teve seu desmembrado do município do Recife, ao qual fazia parte até então. Todavia, ao ser criado o município, foi criada apenas o "Conselho Municipal", antecedente da Câmara de vereadores. Pela legislação da época era preciso uma outra lei específica para o município passar a ter uma prefeitura.


Somente em 27 de junho de 1884 é que Jaboatão passou a ter uma prefeitura municipal, por força da lei provincial n° 1.811 de 27 de junho de 1884. Todavia, apesar da lei, Jaboatão só veio a ter seu primeiro prefeito 1892 - Dr. Nobre de Lacerda. Não dispondo ainda de sede própria, passou a funcionar numa casa alugada na Rua Barão de Morenos (atual Bernardo Vieira de Melo, por detrás da Quadra Municipal) que depois veio a ser adquirida pela municipalidade.

Como era uma simples casa, porém, a primeira prefeitura do Jaboatão não dispunha das condições adequadas para uma edilidade. Daí que em 1923, o então prefeito Arnaldo Xavier de Albuquerque constrói em um terreno na Rua Barão de Lucena um prédio apropriado para ser a sede do governo municipal. Este edifício possuía um único pavimento e imponentes cornijas detalhadas e encimadas por pinhais.

Porém ,apesar de belo e imponente, o Paço Municipal sobreviveu até o ano de 1956. O então prefeito Aníbal Varejão demoliu o edifício sobre o pretexto dele estar com a estrutura comprometida. Assim, é construído um novo prédio no lugar, com dois pavimentos, intitulado de Palácio Guararapes. A obra é do engenheiro Cândido da Mata Ribeiro.


O novo prédio funcionou como prefeitura até o ano de 1989, quando a sede municipal foi transferida para Prazeres. Depois disso, passou a funcionar como sede da administração distrital, sediando também agência bancária e agência do trabalho.


O edifício passou por várias reformas durante as várias administrações que se seguiram. Também passou por períodos de decadência e abandono. Atualmente, abriga a sede da administração regional e do batalhão de polícia. Situa-se em Jaboatão Centro, defronte à praça do metrô.


quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Jaboatao Redescoberto - O Vídeo

Por James Davidson

Depois de alguns anos meio afastado, retomo agora as atividades dessa página a todo vapor. Mais matérias interessantes sobre Jaboatão serão publicadas aqui com muitas novidades por vir.
Nos últimos 10 anos, porém, tivemos a oportunidade de percorrer diversos recantos do município, registrando os lugares mais bonitos e curiosos, denunciando os problemas existentes e lutando pela preservação do Patrimônio e do Meio Ambiente. Por isso, em homenagem a esse tempo, editei o seguinte vídeo com alguns dos lugares mais interessantes e curiosos do município do Jaboatão dos Guararapes. Obrigado a todos os leitores que acompanham a acompanharam a página durante esse tempo - esse vídeo também é em homenagem a vocês!!! Um forte abraço!!!


terça-feira, 1 de novembro de 2016

O primeiro engenho do Jaboatão

Por James Davidson

Sempre que lemos a história de Jaboatão, especialmente tratando-se dos primeiros engenhos e da fundação de Muribeca, ouve-se falar no Engenho Santo André. Diz a tradição histórica que o Engenho Santo André da Muribeca, levantado por Arnau de holanda, foi o primeiro a ser construído em terras jaboatonenses. Assim diz Pereira da Costa:

"Fevereiro 14 (1568) - Carta de sesmaria passada em Olinda pelo segundo donatário Duarte Coelho de Albuquerque, concedendo a Arnau de Holanda uma data de terra constante de uma légua em quadro, situada em Muribeca, nos limites sul de Jaboatão, mediante o ônus de três porcento sobre o açúcar que fabricasse no engenho a que ficava obrigado a levantar dentro do prazo de três anos da concessão da sesmaria, e de conveniente demarcar suas terras. O concessionário, efetivamente, cumpriu aquela clausula, levantando o Engenho Santo André, assim chamado pela invocação de sua respectiva capela."

Porém, quem andar pelas terras de Muribeca hoje em dia e procurar esse tal engenho Santo André vai ficar pasmado - quase ninguém conhece a existência de um engenho com tal denominação pelas proximidades. Os moradores locais com certeza irão falar dos engenhos Megaype de Cima e de Baixo, Capelinha, Penanduba e outros, mas "Engenho Santo André" quase ninguém conhece.

Por muito tempo pensei que seria impossível encontrar qualquer remanescente da primeira fábrica de engenho jaboatonense. Foi aí que encontrei na internet um artigo do professor José Antônio Gonsalves de Mello intitulado "O Engenho Guararapes e a Igreja de Nossa Senhora dos Prazeres". Nele o autor informa que em meados da década de 1950 chegou a encontrar as ruínas do Engenho Santo André, situadas às margens do Riacho Suassuna, defronte as pedreiras do Engenho Guarany. Cheguei a percorrer varias vezes as margens do referido riacho, desde a usina Jaboatão até o chamado Lote 23, sem sucesso na busca de tais ruínas citadas pelo famoso historiador.


A surpresa foi quando o pesquisador Heraldo Gonsalves, um dos colaboradores deste blog, informou-nos que conhecia as referidas ruínas e sua localização, sem contudo saber sobre o que se tratava. Foi quando então decidimos ir ao local, no ano de 2013, acompanhados do amigo Alexandre Roseno e do professor Carlos Rios. Com ajuda de moradores locais, encontramos as ruínas, justamente às margens do Riacho Suassuna, em área próxima a Lagoa Azul. Tratava-se sem dúvida das ruínas de um engenho, pois encontramos inclusive o espaço onde ficava a roda d'água que movia a fábrica, bem como alicerces, bases e muitas outros resquícios de edificações. 


O local, cercado pelo mato, parecia ter sido abandonado há muito tempo, pois tivemos dificuldades em transitar por ali. A confirmação de que se tratava do Engenho Santo André, além da referência do Riacho Suassuna, veio justamente 1 ano depois quando, consultando as antigas plantas do Arquivo Público Estadual, encontrei um antigo mapa da Freguesia da Muribeca que indicava a localização do Santo André exatamente no local que averiguamos. O mistério de sua localização havia terminado.


Infelizmente, devido a problemas técnicos com a máquina fotográfica, não foi possível evidenciar melhores imagens. Contudo, ter confirmado a existência de ruínas de um Engenho até então só conhecido através de livros foi pra mim muito gratificante. 

domingo, 9 de outubro de 2016

Matriz do Rosário da Muribeca

Por James Davidson


Localizada no Povoado de Muribeca, a Matriz do Rosário foi a primeira igreja da localidade, e também uma das mais antigas do município. Em 1598 já estava elevada à condição de matriz e sede da freguesia da Muribeca, pelo então bispo do Brasil Antônio Barreiros.


Durante o domínio holandês, a igreja foi depredada e ataque pelos invasores que, após incendiarem as casas da localidade, utilizaram o templo como quartel para as suas tropas. Como diz Diogo Lopes Santiago:
"roubaram as igrejas, fazendo de seus ricos ornamentos caparazões de seus cavalos, bebendo pelos cálices sagrados, fazendo em pedaços as imagens de Nossa Senhora e dos Santos que tanto veneramos; derrocaram muitas das nossas igrejas e fizeram de outras estrebarias de cavalos e, dos altares, donde se celebrava o sacrossanto sacrifício da missa, mangedouras; que aonde menos fizeram foi na igreja matriz de Muribeca, a qual tomaram para quartel e, por muito favor, tiraram os moradores as sagradas imagens e, depois, largaram a igreja por muito dinheiro que lhes deram, além de lhes fazerem com dispêndio de sua fazenda quartel aonde estivessem"


A primitiva Matriz do Rosário, porém, consistia numa singela ermida com dimensões bem menores que as atuais. A igreja somente veio adquirir suas presentes proporções no século XVIII. No ano de 1781 o proprietário do Engenho Santo André, Felipe Campelo reconstrói o templo que passou a possuir o tamanho e as características atuais. 



Ao longo dos anos, o templo passou por várias reformas, algumas das quais modificando as características originais. A igreja conta com nave, capela-mor, coro, púlpito, corredores laterais, sacristia, alta-mor e altares laterais. O altares possuem arco pleno e imagens de vários santos católicos, com destaque para Nossa Senhora do Rosário, padroeira do templo, e São Gonçalo, padroeiro da Igreja de São Gonçalo, atualmente em ruínas.


Na fachada Igreja do Rosário da Muribeca ainda se encontram o frontão com curvas e contra-curvas, ladeados por pináculos. As portas e janelas são de madeira emolduradas por cercaduras de pedra. A edificação, de grande volumetria, ganha destaque na rua principal da comunidade e vista de quase todo o redor. Como no passado, ainda é a sede da paróquia e freguesia da Muribeca, que no passado chegou a abranger mais de 20 capelas filiais.



A Matriz do Rosário da Muribeca está inserida no perímetro tombado do Povoado de Muribeca dos Guararapes. Por isso é protegida como bem cultural do Estado de Pernambuco e também do município do Jaboatão dos Guararapes, devendo ser por isso preservada tanto pelo poder público como pelos moradores e demais cidadães jaboatonenses.


segunda-feira, 25 de julho de 2016

Estação Jaboatão: 130 anos de História em abandono!

Por James Davidson


Quem chega a Jaboatão pelo metrô dá logo de cara com um marco histórico abandonado: a Estação Ferroviária de Jaboatão. Inaugurada em 25 de março de 1885, a Estação Jaboatão fazia parte da Estrada de Ferro Central de Pernambuco, uma das principais artérias ferroviárias do estado, com a finalidade de ligar o Recife com o interior. Sua construção é obra de nacionais, mas depois passou a ser administrada pelos ingleses da antiga Great Western, empresa concessionaria da ferrovia.



Encontramos no jornal Diário de Pernambuco, datado de 27 de março de 1885, a seguinte matéria (a qual publicamos somente alguns trechos):
"Ferro-via do Recife à Caruaru: Conforme fôra annunciado, da estação do Recife partiram os trens inaugurais às 9 e 11 horas da manhã e 1 hora da tarde, indo no primeiro o Exm. Sr. Presidente da Província, o Dr. Chefe de Polícia, alguns deputados provinciais, os representantes da imprensa e muitas outras pessoas gradas, além de umas vinte senhoras distinctas da nossa sociedade."
"Com excepção do último trem, que, por causa de um pequeno desarranjo na machina, chegou ao término com um atraso de 1 hora e 15 minutos, os demais fizeram o trajecto até Jaboatão sem o menor inconveniente, gastando apenas 32 minutos, e sendo todos alli, bem como na estação intermediaria de Tejipió, recebidos com as vivas demonstrações de júbilo com que no Recife foram saudadas as suas partidas. Foguetes, musicas, flores, arcos de folhagens e bandeiras nas locomotivas, nada faltou, nem mesmo as acclamações da multidão, em toda a viagem, para complemento dessa bonita festa, que poz em relevo os meritos de quantos a prepararam com um esforço e dedicação credoras de sinceros encomios e applausos."
"Logo que o primeiro trem chegou á Jaboatão, foram dalli passados diversos telegrammas de congratulações pelo auspicioso acontecimento; e em seguida foram os convidados da festa para a casa da Câmara Municipal, onde se achava preparada uma mesa, em forma de ferradura, para 80 talheres, sendo servido um profuso e delicado almoço, em cujo curso reinaram a maior harmonia e a maior cordialidade."
"Em seguida, os convidados da festa foram percorrer a cidade de Jaboatão, a ver a feira, que tem lugar às quartas feiras; voltando em pós para a estação, onde, ao som de uma banda de musica, foram dansadas algumas quadrilhas."




Vê-se pela notícia quão grande acontecimento social foi para a época a inauguração da Estação Jaboatão. E não era para menos. A chegada da Estação foi um marco, um divisor de águas para a história da cidade. Se antes dela Jaboatão não passava de um pequeno povoado, sem indústrias ou mesmo nenhum prédio significativo, além das igrejas seculares, com a ferrovia Jaboatão passou a atrair maior número de pessoas.  Além disso, a presença da Estação atraiu para a cidade, anos mais tarde, a implantação das Oficinas de trens e vagões da Great Western, o principal centro de reparos e consertos de trens do Nordeste, fazendo de Jaboatão a principal cidade ferroviária da região. A estação e as oficinas foram o motor do desenvolvimento da cidade, gerando centenas de empregos diretos indiretos e trazendo o progresso econômico para a localidade por mais de meio século.

Apesar da importância histórica para a cidade de Jaboatão, o edifício encontra-se abandonado há mais de uma década. Mesmo a proximidade do metrô e do terminal rodoviário ali existentes não foram suficientes para levar o poder público a tomar uma atitude. O local poderia ser muito bem aproveitado, por sua localização estratégica, para vários fins - Museu da Cidade, Museu Ferroviário, etc. Contudo, parece ser mais oportuno aos poderes públicos deixar 130 anos de história se acabar...


                                  

sexta-feira, 6 de maio de 2016

Lançamento da Cartilha "Preservação da Nossa História" - Educação Patrimonial em Jaboatão dos Guararapes

Por James Davidson


No último dia 27 de abril tive a oportunidade de lançar, junto com Idalice Laurentino e com Severino Ribeiro, a Cartilha "Preservação da Nossa História". Este trabalho foi fruto de três anos de indas e vindas, mas graças a Deus e ao esforço da equipe e da Secretaria de Cultura e Patrimônio do município do Jaboatão dos Guararapes o projeto foi executado. A Cartilha é toda ilustrada e conta a história do Jaboatão dos Guararapes através de um Roteiro Pedagógico por todas as regionais do município, realizado por uma professora e seus alunos. Dessa maneira, um pouco da história de cada localidade e contada e a cartilha desperta o interesse para a preservação do Patrimônio Histórico e o Resgate da Identidade e da Memória Local.
Fizemos inicialmente um lançamento privativo aos professores de história da Rede Municipal de Ensino, ocorrido na Casa da Cultura do Jaboatão, Antigo Mercado Público Municipal. Todavia, estamos organizando vários encontros para serem realizados em outras ocasiões, inclusive em outras regionais e distritos da cidade e com um público mais amplo. Agradece especialmente às pessoas de Isaac Luna, grande incentivador desse trabalho, e aos companheiros na elaboração Idalice Laurentino e Severino Ribeiro, sem os quais nada teria sido possível. Agradecemos também a André Guilherme, da Casa da Cultura e à Banda da Escola Municipal Humberto Barrados que se fez presente na ocasião. Em breve mais informações sobre os próximos lançamentos! Vejam as fotos:















Rio Jaboatão - Poema de James Davidson

 Por James Davidson Jaboatão, Em tuas nascentes Fico eu a contemplar Água limpa Água Pura Difícil de imaginar!   Jaboatão Em...