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quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Jaboatao Redescoberto - O Vídeo

Por James Davidson

Depois de alguns anos meio afastado, retomo agora as atividades dessa página a todo vapor. Mais matérias interessantes sobre Jaboatão serão publicadas aqui com muitas novidades por vir.
Nos últimos 10 anos, porém, tivemos a oportunidade de percorrer diversos recantos do município, registrando os lugares mais bonitos e curiosos, denunciando os problemas existentes e lutando pela preservação do Patrimônio e do Meio Ambiente. Por isso, em homenagem a esse tempo, editei o seguinte vídeo com alguns dos lugares mais interessantes e curiosos do município do Jaboatão dos Guararapes. Obrigado a todos os leitores que acompanham a acompanharam a página durante esse tempo - esse vídeo também é em homenagem a vocês!!! Um forte abraço!!!


domingo, 25 de maio de 2014

Capelas de Engenho Jaboatonenses

Por James Davidson

Capela do Engenho Bulhões

Casa-grande, senzala, capela e moita são os edifícios básicos de um típico engenho de cana-de-açúcar. Cada edificação cumpria uma função específica na organização do engenho, e alguns engenhos ainda conservam pelo menos um dos edifícios principais. A casa-grande cumpria o papel de residência do senhor de engenho e, geralmente, situava-se à meia encosta, em um ponto elevado onde se avistava a fábrica e a produção. Em contrapartida, a moita ou fábrica geralmente se localizava na porção mais baixa do terreno, próximo ao rio, por conta da força motriz ser movida a água. A localização da senzala no sítio variava bastante, podendo ser junto à casa-grande ou junto da fábrica, ou mesmo em outro canto do sítio, desde que não distante do mesmo. Já a capela localizava-se geralmente no topo de alguma colina próxima, nos engenhos mais antigos, ou também ao lado da casa-grande (geralmente nos engenhos do século XVIII).

Capela do Engenho Manassu

A capela de engenho era mais que um simples templo religioso. Era o centro da vida social do engenho. Além de cumprir as funções religiosas básicas - missas e batizados, era a capela o local de realização das principais festas da vida cultural do engenho. Dentre estas, destaque para as festas de casamento, sempre muito movimentadas, batismos de crianças, festas natalinas, de Páscoa, São João, etc. Mas as festas mais importantes de um engenho era a Festa do Padroeiro, a Festa da Botada e a "Pêja".

Capela do Engenho Palmeiras

As festas de padroeiro de engenho eram das mais concorridas e importantes. Algumas seguem ocorrendo até hoje, como a de São Severino dos Ramos, em Paudalho. Outras já tiveram seus dias áureos, mas estão hoje esquecidas, como a de São Braz, e a de Santo Antônio, do Engenho Velho do Cabo. Em Jaboatão, cada engenho também tinha sua festa de padroeiro tradicional no passado, mas com a desestruturação das comunidades da maioria dos engenhos e com a destruição de muitas capelas, a maioria dessas festas não existe mais.

Capela de São João Batista da Usina Bulhões

Os santos padroeiros, com suas respectivas festividades e capelas existentes nos engenhos de Jaboatão, eram os seguintes: Engenho Guararapes - São Simão; Engenho São Bartolomeu - São Bartolomeu; Megaype de Baixo - São Felipe e São Tiago; Megaype de Cima - N.S do Carmo; Novo da Muribeca - São José; Muribequinha - Santo Antônio; Penanduba - N.S do Rosário; Salgadinho - São Cristóvão; Secupema - Santo Antônio; Santo André - Santo André; Santana - N.S. de Santana; Engenho Socorro - N.S. do Socorro; Engenho Velho - N.S. da Guia; Suassuna - N.S da Assunção; Engenho Bulhões - São João Batista; Palmeiras - Santa Cruz; Macujé - N.S do Carmo; Camaçari - N.S. do Rosário. Dessas, capelas, subsistem apenas as capelas dos engenhos Palmeiras, Bulhões, Santana,  Manassu, e Megaype de Cima (ruínas).

Capela em ruínas do Engenho Megaype de Cima

A Festa da Botada era outro momento importantíssimo na vida de um engenho. Marcava o início da moagem da cana e era realizada geralmente no mês de setembro. Consistia numa celebração onde se faziam todos presentes, com realização de missa por um padre-capelão. Nessa ocasião, os equipamentos do engenho eram benzidos com água benta, principalmente a moenda do engenho. Já a Festa da Peja marcava o fim do  período da moagem da cana, geralmente em março ou abril, encerrando as atividades do engenho. Era uma cerimônia mais modesta e menos importante que a Botada, sendo mais comemorada pelos trabalhadores e escravos do engenho.

Capela do Engenho Santana

Toda essa festas e comemorações de engenho eram realizadas em suas capelas e fábricas e deixaram sua contribuição na cultura do brasileiro. Jaboatão, como terra açucareira desde a sua origem, também fez parte desse processo. Todavia a maioria dos engenhos estão desaparecendo por conta da falta de políticas eficazes de preservação!

Capela do Engenho Santana

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Casas-grandes de Engenho Jaboatonenses

Por James Davidson

Casa-grande do Engenho Penanduba

Casa-grande é um termo que foi eternizado no Livro Casa-grande e Senzala, de Gilberto Freyre, e refere-se às antigas moradias dos senhores de engenho. Junto com a capela, a fábrica e a senzala, formava o conjunto de edificações básicas de um engenho de açúcar. Porém, apesar do termo, nem sempre eram grandes casas, mesmo que existam algumas que são monumentais, como bem explica o Professor Geraldo Gomes.

Casa-grande do Engenho São Bartolomeu - destruída

Casa-grande do Engenho São Bartolomeu

A localização da casa-grande no terreno dos sítios onde se encontram as sedes dos engenhos, geralmente é situada à meia encosta, em ponto estratégico onde o senhor podia observar a produção do açúcar. Nos engenhos jaboatonenses, as casa-grandes em geral não fogem à essa regra, ficando situadas quase todas nesta mesma situação. As casas dos engenhos Rico, Muribequinha e Velho (atualmente destruídas), por exemplo, ficavam na encosta onde se observava toda o pátio e os edifícios da produção do açúcar.

Casa-grande do Engenho Santana

Casa-grande do Engenho Macujé

Dentre os edifício tradicionais de um engenho de açúcar, a casa-grande geralmente é o que com mais facilidade é preservado. Diferente das senzalas, que por sua fragilidade construtiva dificilmente são mantidas, as casas-grandes muitas vezes são o único edifício original de muitos engenhos de Pernambuco que se preservam. No caso de Jaboatão, muitos engenhos ainda mantém suas casas-grandes - Caiongo, Megaype de Cima, Penanduba, Novo da Muribeca, Usina Muribeca, São Joaquim, Santana, Suassuna, Socorro, Mussaíba, Duas Unas, Bulhões, Caxito, Corveta, Macujé, Pedra Lavrada, Camarço e Cananduba.

Casa-grande do Engenho Suassuna

Casa-grande do engenho Caxito

A mais célebre casa-grande de engenhos jaboatonenses com certeza foi a do Engenho Megaype de Baixo. Construída no século XVI ou XVII, era a mais antiga casa de engenho de Pernambuco a chegar até o século XX. Porém, apesar de sua magnificência e sua importância, foi cruelmente dinamitada, em 1928, por seu proprietário. Outras casas de engenho destruídas em Jaboatão foram as dos engenhos Guararapes, onde existiu uma biblioteca visitada por D.Pedro II, Velho - sede do 1° Bal Masqué de Jaboatão, São Bartolomeu (destruída em 2010), Muribequinha, Capelinha, Salgadinho, Rico, São Salvador, Palmeiras, Camaçari, Entre Rios, Cavalheiro e Cumbe.

Casa-grande do Engenho Megaype de Cima

Casa-grande do Engenho Guarany

A mais antiga atualmente existente é a casa-grande do Engenho Suassuna, construída em 1790 e onde funcionou a Academia Suassuna. Foi recentemente tombada pelo Estado, mas se encontra abandonada e sem uso. Outra casa igualmente importante é a do Engenho Novo da Muribeca, onde residiu o dicionarista Antônio de Moraes e Silva, autor do 1° Dicionário de Língua Portuguesa do Brasil. Também se destacam as casas dos engenhos Megaype de Cima, Penanduba, Dua Unas, Santana, Macujé e Caxito por sua beleza e arquitetura. Outras casas-grandes são bem modestas como as dos engenhos Pedra Lavrada, Caiongo e Canaduba.
Casa-grande do Engenho Caiongo

As casas-grandes de engenho são mais outro conjunto que integram o rico Patrimônio Histórico do Jaboatão. Sua preservação é necessária para garantir a manutenção da Memória Histórica do município, onde os antigos engenhos tiveram um papel fundamental.
Casa-grande do Engenho Novo da Muribeca

quinta-feira, 1 de março de 2012

Antiga Casa de Marilita Martins - atual biblioteca pública

Por James Davidson




O prédio onde funciona a atual biblioteca de Jaboatão (e diga-se de passagem a única biblioteca municipal de Jaboatão) é um dos prédios históricos mais interessantes da cidade. Localizado na Rua Marilita Martins, próximo à estação do metrô, destaca-se por sua beleza e por seu estilo peculiar, bastante distinto dos edifícios do entorno. Por isso, é considerada um dos belos prédios históricos de Jaboatão.





Sua história começa na segunda metade do século XIX. O Barão de Limoeiro, proprietário do Engenho Penanduba, constrói a casa e a dá como dote de casamento da sua filha, que casou com o Dr. Levino de Queiroz Lima. O edifício passou, posteriormente ,a pertencer ao Sr. Bernardino de Sena Pontual e em seguida ao Sr. Alcides Bandeira. Este era casado com a Srª. Marilita Bandeira que, após enviuvar-se, casou com o Sr. Antonio Geraldo Martins de Albuquerque. Daí, o prédio ser conhecido como Casa de "Marilita Martins".




O bairro onde fica a casa hoje faz parte do Centro de Jaboatão, mas antigamente era conhecido como "Nossa senhora do Líbano" e fica no encontro do Rio Duas Unas com o Rio Jaboatão. A casa passou a pertencer à Igreja Congregacional, e, posteriormente, foi adquirida pela prefeitura. Foi transformada, então, na década de 70, de Casa da Cultura e depois teve diversas funções como Secretaria de Turismo, Secretaria de Educação e hoje sedia a Biblioteca Pública de Jaboatão - Benedito Cunha Melo.




O Instituto Histórico de Jaboatão, durante muito tempo, antes de adquirir sua atual sede própria, também funcionou nesse prédio, em uma pequena sala onde hoje é a sala de informática. É muito importante desmentir um mito que ainda persiste sobre o prédio: o de que ali era a "Antiga Casa dos Prefeitos". O edifício nunca teve essa função e nenhum prefeito residiu ali.




O prédio chama a atenção principalmente pela sua arquitetura, bastante distinta do restante da cidade. Constitui um sobrado com colunas de ferro sustentando os alpendres, o que lhe confere um grande valor pela raridade dessa característica na região. O piso é todo ladrilhado e as portas e janelas possuem vitrais coloridos muito bonitos. Os cunhais, portas e janelas possuem cercaduras dentilhadas, o que lhe é bastante peculiar. Um escada de madeira no interior permite o acesso a uma varanda de onde é possível ter uma bela vista da cidade.





A Antiga Casa de Marilita Martins é um bom exemplo de como um prédio histórico pode ser preservado, embora o mesmo precise de uma reforma. Como houve sempre o interesse em lhe atribuir alguma funcionalidade pública, o prédio passou por várias reformas que adaptaram o uso moderno, mas preservaram suas características originais. Prova que é possível sim usufruir do patrimônio sem destruí-lo ou descaracterizá-lo. Se houvesse o interesse das autoridades competentes, o mesmo poderia ser feito com outros prédios que estão desaparecendo como a Antiga Estação, a Casa de Amélia Brandão e o Casarão do Engenho Suassuna. Afinal de contas, a melhor forma de preservar o patrimônio é destinar-lhe um fim social.

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Engenho Macujé de Renê Montengro

Por James Davidson

Um vídeo muito bom mostrando o Engenho Macujé, pertencente ao Sr. Renê Montenegro, feito pela TV Jaboatão. Um lugar realmente maravilhoso que mostra o potencial que o patrimônio histórico possui quando bem cuidado e preservado. Vale a pena conferir!

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Lagoa Azul

Por James Davidson


A Lagoa Azul fica localizada em terras do antigo Engenho Guarany, próxima a comunidade de Vila Piedade, bairro de Socorro. É um dos principais atrativos turísticos do município e importante pólo de lazer e esportes da região. 


A Lagoa Azul foi formada a partir de uma antiga pedreira. Como se sabe, esta área é repleta de pedreiras que utilizam as rochas para a construção civil, como a Usibrita, Polimix, etc. Há mais de 30 anos atrás, a perfuração que foi feita acabou atingindo algum lencol d'água. A água fluiu e ocupou toda a cratera, formando a Lagoa Azul. Não se sabe por que a água possui essa coloração azul-esverdeada, mas o certo é que a localidade possui uma beleza indiscutível.



O local vinha sendo usado como atrativo turístico, sendo utilizado para a prática de esportes radicais. Passou um período fechada, mas agora voltou a ser aberta para essas atividades. A lagoa é muito profunda na maior parte de sua área e era usada antigamente como cemitério clandestino de carros. Muitos já foram tirados do local, inclusive com corpos dentro, mas isto ocorreu há muitos anos atrás. É um verdadeiro cartão-postal do município atraindo inclusive estrangeiros.


Além de banho e natação, a localidade oferece também a prática de esportes radicais. Outros atrativos do entorno são a cachoeira do Riacho Suassuna, as ruínas do Engenho Santo André da Muribeca e do Engenho Guarany e lagoas menores formadas em outras pedreiras da região.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Vistas de Jaboatão Centro

Por James Davidso

Algumas vistas de Jaboatão Centro a partir dos morros que contornam a cidade:

Vista a partir do Alto do Oratório Dom Bosco
Vista a partir do Alto do Oratório Dom Bosco

Vista do Alto da Macaíba, onde fica a Torre da Embratel

Vista do Alto da Macaíba, onde fica a Torre da Embratel

Vista do Alto da Raposa

Vista do Alto da Raposa

Vista do Alto da Santa em Socorro

Vista do Alto da Santa em Socorro

Vista do Alto de Vista Alegre

Vista do Alto de Vista Alegre

Vista do Alto da Bela Vista

Vista do Alto da Bela Vista

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Foz do Rio Jaboatão

Por James Davidson


A foz do Rio Jaboatão fica localizada na Praia de Barra de Jangadas, entre os municípios de Jaboatão dos Guararapes e Cabo de Santo Agostinho. Depois de percorrer cerca de 75 quilômetros desde a sua nascente, em Vitória de Santo Antão, o Rio Jaboatão deságua no Oceano Atlântico, numa foz conjunta com o Rio Pirapama.


A foz do Rio Jaboatão é do tipo estuário, ou seja, encontra-se com o oceano livremente sem formar ilhas ou canais. Lembrando que a denominada Ilha dos Amores, apesar do nome, não constitui uma ilha, mas uma restinga, pois está ligada à Praia do Paiva, no município do Cabo. Por conta dos impactos ambientais das ações humanas e das dinâmicas litorâneas,  a foz do Jaboatão têm sofrido significativas alterações, como a erosão marinha em alguns trechos e o assoreamento em outros. Culpa das ações mal planejadas do ser humano na costa e também no interior da bacia hidrográfica.



Seguindo em direção sul, é sutil a diferença entre as praias marinha e  fluvial. Aos poucos, a areia vai ficando mais densa até transformar-se em lama, á medida que subimos o rio. Forma-se assim, um imenso e belo manguezal que se estende por quilômetros para o interior, até onde a influência das águas salobras e da maré podem alcançar. A água do rio é aparentemente tranquila e com pouca correnteza.



Na margem direita do rio, formada pela restinga que separa este do oceano, trechos de mangues formados por pequenas camboas que penetram na Ilha dos Amores alternam-se com os coqueiros. Já na margem esquerda é a vegetação de restinga que domina, cedendo lugar ao mangue à medida que subimos o rio, como também nas margens das camboas e do Canal Olho D'água. Neste trecho, algumas pessoas tomam banho no local, ignorando a poluição das águas do Rio Jaboatão e as fêmeas do tubarão cabeça-chata que se reproduzem no estuário.



Mais adiante, encontra-se a desembocadura do Canal Olho D'água no Rio Jaboatão. Este canal atravessa Curcuranas até encontrar-se com a Lagoa Olho D'água. Suas águas estão muito contaminadas, como atesta sua coloração esverdeada decorrente da ação de bactérias que se proliferam onde se despejam esgotos sanitários. Apesar disso, muitas crianças tomavam banho no local, bem abaixo da nova ponte construída sobre o canal. 


 


O mangue que margeia o Canal Olho D'água estende-se por quilômetros pelo interior. Porém encontra-se bastante ameaçado pela poluição e pelas atividades humanas.



Mais adiante, a polêmica ponte do Paiva. Construída recentemente pelo governo do estado, constitui uma forma de agilizar o acesso à Praia do Paiva e ao luxuoso condomínio que lá foi construído, sendo necessário para isso pagar um pedágio. A vista da ponte é linda, mas seu principal ponto negativo é que está atraindo uma forte especulação para o local que está ameaçando o frágil ecossistema da região.



Mais adiante, no meio do mangue, o resultado da poluição sofrida pelo rio ao longo de seu caminho até a foz: lixo! Muitos pedaços de isopor, copos descartáveis, plásticos, pets e outros materiais de difícil decomposição ficam acumulados nas margens e entre as raízes do mangue. Quem acredita que o lixo desaparece ao jogá-lo no rio está muito engando!


Logo em seguida, o encontro das águas local: o encontro do Rio Pirapama com o Rio Jaboatão. O primeiro vem do sul, oriundo do Cabo de Santo Agostinho, enquanto o segundo vem do oeste, marcando o limite entre os dois municípios. O local é frequentado por lanchas que visitam ambos os rios, levando turistas e visitantes ás belezas da região. Canoas e barcos de pescadores também podem ser avistados.




Próximo dali, em algum lugar ainda incerto, existiu a antiga Igreja de Santo Antônio da Barra, anterior ao período holandês. Procurei pela região e encontrei alguns possíveis locais onde ficavam, até recentemente, as ruínas dessa igreja, mas não consegui através dos moradores locais nenhuma confirmação conclusiva. Espero obter mais informações a esse respeito para saber quais dos dois locais indicados ficava a igreja.


Por fim, a região do estuário do Rio Jaboatão é um importante santuário ecológico que precisa ser preservado. Além de contar com um vasto manguezal, é um dos poucos trechos do município que preserva a antiga vegetação de restinga, outrora abundante em nossos litorais. Contudo, a especulação imobiliária da localidade, decorrente da Ponte do Paiva, já está afetando e comprometendo esses ambientes frágeis e que merecem ser mantidos para as gerações futuras.

Rio Jaboatão - Poema de James Davidson

 Por James Davidson Jaboatão, Em tuas nascentes Fico eu a contemplar Água limpa Água Pura Difícil de imaginar!   Jaboatão Em...